O poema de hoje é dedicado para
nossa querida Loba, cujo blog está
completando um ano.
Parabéns Loba!
Metades
Metade de meu ser é silêncio
A outra metade, é o grito desarvorado
Tão antagônicas, as duas partes
Que nem tem jeito de metades!
Uma grita, crua, todas as verdades.
A outra, guarda do sol todo segredo
Vê a vida colorida, benze-se de aurora.
Crê no amor, o emoldura...e chora
Neste mundo que habito,
A que grita se faz mister
Não quer travas nem ferrolhos
Quer ter o reconhecimento
De ser a face da atual mulher.
J/R
Escrito por Jeanete Ruaro às 13h04
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