Tinha poesia
Com portas abertas para o vento
Tinha poesia
na palma da mão e na ponta dos dedos
Tinha poesia com desejo de chuva miúda
Era preciso correr atrás do sonho
Quando o sonho disse não, (raios)
a poesia evaporou-se
Leito de coivara queimada
O poema aguarda o poeta
(o cansaço ainda embala cinzas)
J/R
Um probleminha de coluna com algumas ‘oses” radiografadas
que sequer consigo entender, estão me tirando temporariamente
do convívio do amigos da net. Beijos a todos
Escrito por Jeanete Ruaro às 09h18
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