Depois que a lua guardou os lençóis uma voz amorosa inundou o vale: - Que se estenda agora o brilho do sol. Que se desate o nevoeiro impertinente, que mude de cor o frio da agonia Que o vento da dor se torne fugaz, e que qualquer tipo de guerra não sobreviva (qualquer guerra é sempre um açoite) A luz condescendente transigiu, invadiu a vidraça, e amanheceu comigo Calorosamente a felicidade desenhou um riso de pétalas de margaridas em meu rosto
JR
Escrito por Jeanete Ruaro às 15h15
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